18 de janeiro de 2017

Alguns dos livros na minha lista "a comprar"


Estes são alguns dos livros que permanecem (com excepção de um) na minha de lista de compras, entre muitos outros, acreditem. Há a presença inevitável dos livros de receitas de chefes que nos fazem olhar a comida com outros olhos e há os romances com títulos que apelam aos sentidos onde a comida é o centro e há os que nos fazem navegar por outras vidas e lugares.

O único que já lá está na estante é "Casca; Talos e Folhas e outros tesouros nutricionais", que inclui nesta lista por estar com um preço de saldo interessante na Wook. São páginas recheadas de receitas para aproveitar o que normalmente deitamos fora nos legumes que prepararmos e que às vezes é tanto desperdício....




1 - "As receitas do Chefe Tiger", de Chefe Tiger
2 - "Arroz de Palma", de Francisco Aevedo
3 - "Na Cozinha com Nigella", de Nigella Lawson
4 - "As Voluptuosas Receitas de Miss Dahl", de Sophie Dahl
5 - "O Alentejo à Mesa" de Maria Antónia Goes
6 - "As pessoas felizes leêm e bebem café", de Agnès Martin-Lugand
7 - "Arquipélago", de Joel Neto
8 - "Que importa a fúria do mar", de Ana Margarida de Carvalho
9 - "O Paraíso são os outros", de Valter Hugo Mãe
10 - "Cozinhar com prazer", de Chakall
11 - "Os livros do final da tua vida", de  Will Schewalbe
12 - "Para Isabel", de António Tabucchi
13 - "Prazeres Divinos" de Nigella Lawson
14 - "As minhas receitas para cozinheiros amadores", de Chefe Cordeiro
15 - "Cascas, Talos e Folhas e outros tesouros nutricionais", de Alexandre Fernandes
16 - "Tea-Bag O Sorriso da Esperança", de Henning Mankell
17 - "Apetite Saudável" de Gordon Ramsay

Recentemente surgiu mais uma publicação que me chamou a atenção: "ABCão - O Livro de Alimentação e Bem-Estar do seu Cão", de Ana Teresa Peres e Joana Carido. Para quem tem animais de estimação e quer proporcionar uma alimentação saudável que não encareça o nosso orçamento e contribua para o equilíbrio do animal.


De resto, a minha leitura do momento é esta: "A Rapariga no Comboio", de Paula Hawkins


E aguarda a vez na minha estante este: "Coisas que nunca aconteceriam em Tóquio", de Alberto Torres Blandina


17 de janeiro de 2017

Chá de nabo e cenoura


Para recuperar dos "destemperos" das festas, deixo-vos ficar este chá, muito suave e fácil de preparar. No fundo, trata-se de um caldo de vegetais, cozinhados em lume brando e que têm boas propriedades digestivas. É uma bebida boa para eliminar gorduras e ajudar a melhorar o funcionamento do fígado e da vesícula, exactamente o que eu preciso.



(Fonte: "O Livro de Cozinha da Marta")
Ingredientes:
2 colheres de sopa de nabo ralado (ou rábano ou rabanete)
2 colheres de sopa de cenoura ralada
1 chávena de chá de água
1 colher de chá de shoyu

Preparação:
Leve o nabo e a cenoura a cozer na água: deixe levantar fervura e depois coza em lume brando durante 5 minutos.
Acrescente o shoyu e beba morno.
No fim coma os vegetais cozinhados.

16 de janeiro de 2017

Livros para reler

Porque ainda estamos em época de saldos e além do comer, que alimenta o corpo, gosto de alimentar a alma com boas leituras deixo-vos mais umas sugestões de livros que pairam na minha estante. 

A maioria destes acompanharam-me em fases mais jovens da minha vida, mas ficaram com lugar cativo na prateleira:


1 - "Não há Longe nem Distância", de Richard Bach, uma ode à amizade. Não há adolescente que resista.

2 - "História de uma Gaivota e do gato que a ensinou a voar", de Luís Sepúlveda. Foi a minha leitura de férias, ao sol de Setembro numa pequena baía de A Guarda. Lê-se de um fôlego, com um sorriso nos lábios e no fim queremos reler.

3 - "O Principezinho", de Antoine de Saint- Exupéry. Mais uma vez a amizade pura e simples. Uma estória que nos fica para lá da adolescência e que devemos voltar regularmente para reaprendermos a regar as rosas da nossa vida.

4 - "Fernão Capelo Gaivota", também de Richard Bach. Quem é que, à beira-mar, olhando o voo das gaivotas nunca se questionou se alguma delas seria o Fernão Capelo?

5 - "Azul-Turquesa", de Jacinto Lucas Pires. Uma escrita limpa que se lê sofregamente.

6 - "Cartas a Sandra", de Vergilio Ferreira. Algumas pessoas acharam o livro muito repetitivo, mas quando se trata da saudade de quem nos deixa os pensamentos e os sentimentos sucedem-se iguais, parecidos, iguais, até que o luto seja feito.

15 de janeiro de 2017

Lasanha de abóbora manteiga e cogumelos da Mary Berry



Um mês com... e eu a trazer a receita mesmo no ultimo momento. Bom, a chefe escolhida foi Mary Berry: "Nascida em 1935, a nossa próxima convidada formou-se no Le Cordon Bleu, em Paris, e no Bath School of Home Economics. Foi editora de várias revistas, apresentadora de diversos programas de culinária e escreveu uns inpressionantes 75 livros de culinária. Também conhecida como a Rainha dos Bolos, assume como missão de vida "to get everyone baking"."
Tendo visto um ou dois programas desta chefe, não fiquei muito entusiasmada com a escolha, mas depois de ler algumas receitas dela, acabei por encontrar opções muito interessantes a começar por esta lasanha de vegetais que tem a particularidade de poder ser preparada com antecedência, ficando a aguardar no frigorifico, para que as folhas de lasanha se tornem macias. Pode prepara´-la até 2 ou 3 dias antes e congelar até 2 meses. A receita foi publicada no livro "Cook Up a Feast"


(Fonte: http://www.goodtoknow.co.uk/recipes/516525/mary-berry-s-butternut-squash-lasagne )
Ingredientes:
1 colher de sopa de azeite
225 gr. de abóbora manteiga (peso sem a casca) cortada em pedaços pequenos
1 pimento vermelho, sem sementes e cortado em cubos
1 cebola, grosseiramente picada
2 dentes de alho esmagados
225 gr. de cogumelos brancos fatiados
2 latas de tomate em pedaços
1 colher de sopa de polpa de tomate
2 colheres de chá de açúcar
1 colher de sopa de folhas de tomilho fresco
Sal e pimenta preta moída na hora, q.b.
100 gr. de espinafres cortados em pedaços
6 a 8 folhas de lasanha (usei lasanha verde)
Para o molho béchamel:
75 gr. de manteiga
75 gr. de farinha
900 ml de leite quente
1 colheres de chá de mostarda de Dijon
100 gr. de queijo Gruyère ralado (apenas usei alguns cubos de queijo feta esfarelados no topo da lasanha)
250 gr. de mozzarella cortada em cubos (usei ralada)

Preparação:
Aqueça o azeite numa sertã larga e funda.
Acrescente a abóbora, o pimento, a cebola e o alho e refogue em lume médio durante 4 a 5 minutos ou até a cebola começar a amolecer.
Junte os cogumelos, o tomate, a polpa de tomate, o açúcar o tomilho e tempere com sal e pimenta.
Tape a sertã e deixe cozinhar em lume baico por 20 a 30 minutos ou até os vegetais estarem macios.
Acrescente os espinafres e misture até amolecerem.
Entretanto prepare o molho béchamel:
Derreta a manteiga num tacho, acrescente a farinha e mexa durante 1 minuto.
Lentamente junte o leite quente, mexendo até o molho engrossar.
Tempere com sal e pimenta preta e misture a mostarda e metade do Gruyère.
Deite um terço do molho de tomate num recipiente de forno e por cima deite um terço do molho béchamel.
Coloque por cima uma cama de folhas de lasanha e espalhe metade do mozzarella.
Faça mais uma camada com um terço do molho de tomate e outra com um terço do molho béchamel.
Coloque mais uma camada de folhas de lasanha e a outra metade do mozzarella.
Finalmente, deite o restante molho de tomate e por cima o restante béchamel e polvilhe com o Gruyère que sobrou.
Guarde no frigorifico durante 6 horas ou durante a noite para que as folhas de lasanha amoleçam.
Para servir, pré-aqueça o forno a 200º (180º de usar a ventoinha) e asse a lasanha durante 45 minutos ou até o topo estar dourado e o molho a borbulhar pelos lados da lasanha.

5 de janeiro de 2017

Bacalhau com grão assado e couves estaladiças



Embora tenha alturas na minha vida em que se pudesse comia sempre a mesma coisa ou simplesmente não comia só para não pensar "no que fazer para o jantar", mas esses momentos são excepções, porque em regra gosto de variar as minhas refeições, nos ingredientes e na forma de as cozinhar. Bacalhau com grão tradicional não me atrai muito, mas assim, com um ligeiro twist, sim...


Ingredientes:
1 lata de grão cozido
1 posta de bacalhau
1 cebola
1 dente de alho
6 folhas de couve coração, as exteriores e mais escuras
Sal a gosto
1 pitada de cominhos
Azeite q.b.
Salsa para polvilhar



Preparação:
Lave e seque muito bem as folhas de couve.
Pincele com azeite e leve ao forno pré-aquecido a 180º, espalhadas num tabuleiro coberto com papel vegetal, durante 10 a 15 minutos.
Vigie para não queimar e quando começarem a ficar com as pontas estaladiças, volte-as.
Retire do forno e reserve.
Escalde o bacalhau em água fervente (só a fervilhar) durante uns minutos. Retire, deixe arrefecer e lasque, descartando peles e espinhas.
Corte a cebola ás rodelas e lamine o alho e refogue em azeite, em lume brando até a cebola começar a ficar translucida.
Junte o grão bem escorrido, tempere de sal e uma pitada de cominhos e verta a mistura para um recipiente que possa ir ao forno.
Leve a assar durante 10 minutos, envolvendo o grão e juntando mais azeite se necessário.
passados os 10 minutos acrescente o bacalhau e envolva. Deixe assar mais 5 minutos, para o bacalhau não secar.
Retire do forno, rectifique os temperos, acrescente azeite, se assim o entender e sirva com as couves crisp e salsa picada.

4 de janeiro de 2017

Saldos, quem não gosta?


No lugar do costume, na Wook, há saldos até dia 20 deste mês. É sempre uma oportunidade para comprara aquele livro que está na nossa lista de desejos a um preço mais simpático.

Deixo-vos aqui algumas sugestões, começando por alguns livros que já estão na minha estante e que não dispenso para me inspirar:


1 - "Pratos e Travessas", de Mónica Pinto, um livro cheio de fotografias e receitas deliciosas da autora do blogue com o mesmo nome "Pratos e Travessas". Aqui a ode é feita à nossa cozinha, á cozinha portuguesa, cheia de receitas ricas em ingredientes e sabor e ilustradas pelas belissimas fotografias da Mónica.

2 - "Sobremesas 5-5-5", de Rita Nascimento, com sugestões de sobremesas com 5 ingredientes ou menos, para se confeccionarem em 5 minutos e com um custo até 5 euros. É caso para dizer que é "bom, barato e bonito". A Rita tem um canal no you tube que vale a pena seguir.

3 - "O Livro de Cozinha da Marta", de Marta Varatojo. Aqui o tema é a cozinha macrobiótica e embora não seja seguidora de nenhum regime alimentar especial, gosto de conhecer alternativas saudáveis que ajudem a manter o meu organismo a 100%. Procuro aqui muitos conselhos para resolver, pela via da alimentação, os meus problemas de fígado e vesícula. Estão para breve duas receitas no blogue, muito simples, trazidas deste livro. Podem encontrar mais sugestões e informações pela mão da Marta no site "macroexotic.com".

4 - "Delicioso Piquenique", de Isabel Zibaia Rafael, aka "Laranjinha" do conhecido blogue "Cinco Quartos de Laranja". Encontram aqui receitas deliciosas a que a Isabel já nos habituou e como o tem a é picnicar, também servem para marmitar.

5 - "Cozinha Vegetariana para quem quer Saudável", de Gabriela Oliveira. Mesmo para quem não é vegetariano, nem, como eu, queira seguir um regime alimentar em particular, mas que esteja sempre à procura de alternativas mais saudáveis na alimentação este é um dos livros a não perder. A Gabriela Oliveira também tem um blogue onde podem encontrar mais informação.

6 - "Cozinha para Dias Felizes", também da Isabel Zibaia Rafael. Sempre achei que o titulo deste livro condizia a Isabel, sempre a sorrir.

7 - "Natural, o Grande Livro da Cozinha Vegetariana", de Joana Alves. Mais um livro de receitas vegetarianas, porque é sempre bom alternar a nossa alimentação e mais uma bloguer que salta do digital para as páginas em papel. Passem pelo "Le Passe Vite" e espreitem.

8 - "As receitas da Mafalda", de Mafalda Pinto Leite, um nome já incontornável no mundo das receitas saudáveis. Por aqui também se come carne e peixe, tudo à mistura com muitos legumes, especiarias e ingredientes alternativos. Podem encontrar na Wook outros livros da mesma autora e passar pelo site, "Dias com a Mafalda" para mais receitas inspiradoras. 

9 - "Dicionário de Sabores", de Niki Segnit. Este é um verdadeiro livro de mesa de cabeceira. O que vai bem com o quê? Um dicionário de combinações de sabores entre milhares de ingredientes, com algumas receitas pelo meio.

10 - "O Novo Vegetariano", de Yotam Ottolenghui, um nome imprescindível na cozinha vegetariana, com inspiração na cozinha do mundo. Um livro simples e simplesmente delicioso.

2 de janeiro de 2017

Mousse de chia e abacate


Vamos começar o ano com uma sugestão rápida e cheia de nutrientes. É assim este lanche ou pequeno-almoço. Bom para contrariar os excessos das festas.  

Ingredientes:
1 abacate maduro
1 iogurte natural (125 ml)
1 colher de sopa bem cheia de sementes de chia
1 colher de chá de mel
Canela em pó a gosto

Preparação:
Esmague a polpa do abacate com um garfo.
Misture-lhe o iogurte as sementes, o mel e canela a gosto, envolvendo muito bem e leve ao frio por 2 a 3 horas, mexendo de vez em quando para as sementes não colarem.
Sirva fresco, polvilhado com mais canela.

Se quiser um lanche mais rápido, misture a polpa do abacate com 2 ou 3 colheres de iogurte, mel e canela a gosto, até formar uma papa e delicie-se.

30 de dezembro de 2016

Tarte de couve e batata doce



Mês das couves, ditou a Marta, e muito bem. Que melhor mês este para cozinhar com couves? Começamos logo a pensar na ceia de natal e na véspera de ano novo e nas pencas cozidas com o bacalhau, que mais tarde se hão-de transformar em roupa velha ou farrapo velho. A mim, o tema - as couves - fizeram logo tilintar uma memória de uma galette que andava para repetir ou recriar assim que surgisse a oportunidade. A oportunidade não surgiu, mas criou-se e ás couves acrescentei queijo feta e batata doce. Também poderia ter acrescentado bacon ou cogumelos mas pareceu-me que assim a couve poderia perder o protagonismo que se queria. Por isso aqui a têm, feita logo no inicio do mês, mas só hoje a ser publicada, quase sem chegar a tempo ao desafio da Marta.

E porque Novo Ano se avizinha, desejo-vos os melhores 365 dias das vossas vidas! Bom Ano 2017!!! 

Ingredientes (para 1 empada média):
Massa de empada (ou outra à vossa escolha: quebrada, folhada, etc.)
1 couve coração pequena
1 batata doce pequena
1/2 cebola
1 dente de alho
Queijo Feta a gosto
1 colher de chá de cebola
1 colher de chá de manteiga
Sal q.b.
Pimenta preta q.b.
Azeite q.b.


Preparação:
Estenda a massa já preparada sobre a tarteira, com uma folha de papel vegetal por baixo e reserve.
Corte a couve grosseiramente e escalde em água fervente até amolecer. Coe a água e reserve o liquido.
Lave bem a batata e corte em rodelas finas (mantendo a casca), leve a cozer em água e sal, só até estar macia. Não deixe cozer de mais.
Prepare um molho béchamel com a água da cozedura da couve (vai precisar de cerca de 1 concha de sopa): deite a manteiga num tachinho, deixe derreter e acrescente a farinha aos poucos, mexendo sempre até a farinha absorver a gordura. 
Comece, então, a juntar a água, colher de sopa a colher de sopa, mexendo entre cada adição. Quando já tiver usado cerca de metade do liquido, acrescente o restante de uma só vez e mantenha em lume brando, mexendo sempre até engrossar um pouco. para testar use as costas da colher de pau: como queremos um molho fino, passe a colher de pau no liquido e se ao verter ficar algum molho agarrado às costas da colher está pronto. 
Pique a cebola e o alho finamente e refogue lentamente num fio de azeite. Quando a cebola começar a ficar transparente junte a couve bem espremida e envolva na mistura de cebola e alho. Tempere com sal e uma pitada de pimenta preta.
Espalhe 1/3 das batatas sobre a massa da empada e sobre elas aconchegue o recheio da couve espalmando para ficar compacto.
Polvilhe com Feta esfarelado, cubra com as restantes rodelas de batata e, finalmente, verta o molho béchamel, com cuidado para não extravasar a forma.
Leve a assar em forno pré-aquecido a 180º, durante 30 minutos ou até o topo da tarte dourar (use o grill, para tostar um pouco).
Sirva com uma boa salada.


24 de dezembro de 2016

Feliz Natal



A todos os leitores do blogue desejo um Santo e Feliz Natal na companhia da vossa familia e que na vossa mesa, além dos docinhos do costume, reine a alegria e a comunhão fraterna.

23 de dezembro de 2016

Rolo bicolor de aletria


Confesso que a aletria não é dos meus doces preferidos de Natal, mas é um dos predilectos do D. (a seguir às rabanadas) e por isso lá em casa não pode faltar na mesa uma travessa de aletria. E porque a necessidade faz o engenho foi um doce que aprendi a fazer a partir de uma receita de aletria sem ovos e dei-me tão bem ela, que até durante o ano de vez em quando lá faço uma travessura doce para o meu doce D., embora, por regra, acrescente 1 gema de ovo. Desta vez, decidi sair da zona de conforto que são as receitas tradicionais e para o desafio Youzz Milaneza, transformei a aletria num rolo de dois sabores e duas cores, que servida fresca é uma delicia.


(Para um rolo pequeno que rende cerca de 5 fatias, para um rolo maior duplique ou triplique a receita)
Ingredientes:
40gr.+40gr. de aletria (cerca de 4 meadas)
160 gr. de sumo de laranja (ou o sumo de 1 laranja completado com água para perfazer a quantidade)
4 colheres de chá de açúcar
2 paus de canela
1 pedaço de casca de laranja (só a parte laranja)
200 ml de natas para culinária ou 100 ml de natas e 100 ml de leite
1 colher de sopa de cacau cru em pó
3 quadrados de chocolate para culinária
4 colheres de chá de açúcar
1 colher de chá de extrato de baunilha

Preparação:
Para a camada de laranja:
Num tacho deite o sumo de laranja, 2 colheres de sopa das natas, o pau de canela, a casca de laranja e o açúcar (se for preciso ajuste o açúcar em função da doçura da laranja).
Mexa para derreter o açúcar e quando levantar fervura acrescente 40 gr. de aletria, desfazendo grosseiramente as meadas para abrir a massa.
Coza em lume médio/brando, mexendo de vez em quando.
Quando a aletria estiver cozida, vá mexendo sempre com a colher-de-pau até ficar cremosa e a "descolar" dos lados do tacho.
Espalhe numa camada fina sobre uma folha de papel aderente dando-lhe a forma de um rectângulo. Reserve e prepare ...
.... a camada de chocolate:
Num tacho deite as natas, o pau de canela, o cacau em pó, o chocolate, o extracto de baunilha e o açúcar (se for preciso ajuste o açúcar em função do seu gosto).
Mexa para derreter o açúcar e o chocolate e quando levantar fervura acrescente a restante aletria, desfazendo grosseiramente as meadas para abrir a massa.
Coza em lume brando, mexendo de vez em quando, até a massa amolecer. 
Vá mexendo sempre com a colher-de-pau até ficar cremosa e a "descolar" dos lados do tacho (como as natas são mais gordas, tem que ter atenção para que não reduzam demasiado e a aletria fique encruada, se precisar acrescente leite).
Espalhe em camada sobre a de laranja e deixe arrefecer um pouco. Se ficar uma camada muito grossa retire o excesso.
Com a ajuda do papel aderente comece a enrolar a parte do lado mais longo do rectângulo. Aperte o rolo, embrulhe em papel de alumínio para ajudar a manter a forma e leve ao frigorífico por cerca de 1 hora.
Desenrole o papel e polvilhe com canela, desenhando uma grade ou fazendo outro qualquer desenho a gosto.
Sirva bem fresco.



Esta receita foi criada para o desafio Youzz Milaneza



LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...